Saarbrücken (minha base avançada nas margens do Saar)
Por esse carrinho eu empataria uma grana. Deve ser uma maravilha nas estradas sinuosas e montanhosas da Europa Central. E nas Autobahnen entao...
viagens, Vida cotidiana, automobilismo, arte, música, pessoas, cinema... TUDO!!! trips, real Life, motorsports, Art, muzik, people, movies... EVERYTHING!!!
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Wednesday, March 07, 2012
Wednesday, March 23, 2011
Veiculos que eu Gosto (02) - Autolatina
Lisboa (Cartuxa eh O vinho a ser provado)
Quem se lembra da Autolatina, mistura de Ford com VW?! Verona, Versailles, Royale a perua, e tantos outros carros duplos feitos do mesmo chassis e carroceria, mas com diferencas minimas sairam dessas montadoras.
Vamos de Pointer, o melhorzinho deles. Me lembro bem do modelo que meu amigo e ex-playboy Ze Guilherme possuiu. Andava como noticia ruim. Substituiu a Elba da Fiat que ele teve, acho que foi o primeiro carro do garoto. Pegava carona com ele de quando em vez voltando da FUMEC apos as aulas e varado de fome para o almoco. Evitava assim andar ate a praca Milton Campos e pegar o Circular 02, que nem era tao ruim assim. Bons tempos aqueles...
Quem se lembra da Autolatina, mistura de Ford com VW?! Verona, Versailles, Royale a perua, e tantos outros carros duplos feitos do mesmo chassis e carroceria, mas com diferencas minimas sairam dessas montadoras.
Vamos de Pointer, o melhorzinho deles. Me lembro bem do modelo que meu amigo e ex-playboy Ze Guilherme possuiu. Andava como noticia ruim. Substituiu a Elba da Fiat que ele teve, acho que foi o primeiro carro do garoto. Pegava carona com ele de quando em vez voltando da FUMEC apos as aulas e varado de fome para o almoco. Evitava assim andar ate a praca Milton Campos e pegar o Circular 02, que nem era tao ruim assim. Bons tempos aqueles...
Veiculos que eu Gosto (01), a Serie - Populares 1000
Lisboa (faltam 30 min.)
Inspirado pelas Eleicoes Gomisticas em 2010, resolvi escolher eu mesmo meus carros, motos, caminhoes, onibus, avioes, etc. preferidos.
Veiculos fazem parte da nossa Vida desde que nos conhecemos por gente. Acho que me conheco por gente, engracada dessa expressao, desde os 5 anos de idade. Pelo menos minhas lembrancas remotas vem dessa epoca. Lembro-me nitidamente que logo apos os gemeos nascerem, entao Marcos e Daniel e hoje Negro e Rato, pirei de vez. Fazia de tudo pra aparecer em casa. Foi quando desenvolvi o boliche infantil no primario onde frequentei. Todos os dias, antes de ser buscado por minha santa maezinha, eu subia com um pneu velho pela rampa da escolinha. La do alto, triunfante e de nariz empinado, fazia mira e rolava a borracha ladeira abaixo ate vencer a inercia. Parava com os bracos na cintura esperando o resultado. La embaixo, no patio dos brinquedos, a criancada que tivesse o azar de estar na frente era atingida e arremessada contra os muros do Balao Vermelho tamanha era a forca e velocidade do bom e velho Goodyear.
Bem, falei das lembrancas e me esqueci dos veiculos. Carros, motos, onibus, trem, aviao, barcos, bolidos de corrida, todos eles tem lembranca viva em nossas memorias. Sao inseparaveis, insubstituiveis e inesqueciveis.
Vamos a eles, ora pois. Comecando com os carros populares 1000cc.
Meu pai Guidao teve o primeiro Gol 1000 que saiu. Tinha apenas 4 marchas e andava pra tras. Ate bicicleta ultrapassava o carro. Qualquer subidinha mais forte, e em BH temos varias, o carrinho pedia arrego.
Tive um bravo Uno Mille azul marinho, valente que so ele. Fiz Trancoso-BH uma vez em 10 horas pegando chuva entre Ipatinga e nossa capitar naquele pedaco critico da estrada curvilinea.
Me levou sempre com conforto e seguranca. Foram viarias outras viagens, amassos nos bancos da frente e de tras, umas batidinhas aqui e ali, pegas eletrizantes na descida do anel rodoviario indo pra PUC, festas e mais festas e o maximo que me aconteceu foram dois radios roubados e nada mais. Um deles dentro da garagem do predio, com vigia, camera e tudo. Ah, o Brasil!
Um carrinho que deixou saudades.
Inspirado pelas Eleicoes Gomisticas em 2010, resolvi escolher eu mesmo meus carros, motos, caminhoes, onibus, avioes, etc. preferidos.
Veiculos fazem parte da nossa Vida desde que nos conhecemos por gente. Acho que me conheco por gente, engracada dessa expressao, desde os 5 anos de idade. Pelo menos minhas lembrancas remotas vem dessa epoca. Lembro-me nitidamente que logo apos os gemeos nascerem, entao Marcos e Daniel e hoje Negro e Rato, pirei de vez. Fazia de tudo pra aparecer em casa. Foi quando desenvolvi o boliche infantil no primario onde frequentei. Todos os dias, antes de ser buscado por minha santa maezinha, eu subia com um pneu velho pela rampa da escolinha. La do alto, triunfante e de nariz empinado, fazia mira e rolava a borracha ladeira abaixo ate vencer a inercia. Parava com os bracos na cintura esperando o resultado. La embaixo, no patio dos brinquedos, a criancada que tivesse o azar de estar na frente era atingida e arremessada contra os muros do Balao Vermelho tamanha era a forca e velocidade do bom e velho Goodyear.
Bem, falei das lembrancas e me esqueci dos veiculos. Carros, motos, onibus, trem, aviao, barcos, bolidos de corrida, todos eles tem lembranca viva em nossas memorias. Sao inseparaveis, insubstituiveis e inesqueciveis.
Vamos a eles, ora pois. Comecando com os carros populares 1000cc.
Meu pai Guidao teve o primeiro Gol 1000 que saiu. Tinha apenas 4 marchas e andava pra tras. Ate bicicleta ultrapassava o carro. Qualquer subidinha mais forte, e em BH temos varias, o carrinho pedia arrego.
Tive um bravo Uno Mille azul marinho, valente que so ele. Fiz Trancoso-BH uma vez em 10 horas pegando chuva entre Ipatinga e nossa capitar naquele pedaco critico da estrada curvilinea.
Me levou sempre com conforto e seguranca. Foram viarias outras viagens, amassos nos bancos da frente e de tras, umas batidinhas aqui e ali, pegas eletrizantes na descida do anel rodoviario indo pra PUC, festas e mais festas e o maximo que me aconteceu foram dois radios roubados e nada mais. Um deles dentro da garagem do predio, com vigia, camera e tudo. Ah, o Brasil!
Um carrinho que deixou saudades.
Friday, January 21, 2011
Viva o Fusca
Essen (MoU, EPC contract draft, EWA...)
Ontem foi o Dia Nacional do Fusca. Data escolhida porque em 20 de janeiro de 1972 o Fusca bateu o recorde do Ford T e tornando-se o carro mais produzido da História.
O carrinho foi criado por Ferdinand Porsche a pedido do ditador nazista Adolfo, como muito bem descrito e contado pelo humorista-mor aqui. Mas ha controversias em sua estoria.
Antes da guerra a produção dos KDF (Kraft durch Freude Wagen ou "Força pela Alegria") começou sim ja que existem varias fotos espalhadas pela internet da fabrica bombardeada e varios KDFs mostrados dentro da fabrica, destruidos. O carro ja estava pronto, ja tinham os moldes e tudo mais e em varios videos pela internet pode-se ver os Tipo 1 saindo de dentro da fabrica, ou do que sobrou dela...
…”O carrinho de Hitler, no entanto, nunca chegou à linha de produção durante o regime nazista. No mesmo ano do Salão de Berlim, estourou a guerra. E todos sabemos o que aconteceu”…
Na foto do artigo "O carrinho do ditador" citado acima vemos claramente os KDFs em frente a pedra fundamental da fabrica, ou seja, antes da Segunda Guerra.
Alem disso, quem fundou a Porsche foi Ferdinand Porsche sendo responsavel pela fabricação do primeiro VW, mas seu filho Ferry Porsche foi o verdadeiro criador do primeiro modelo Porsche que depois viria a ser o famoso 356. Durante o periodo em que o Dr. Ing. h. c. F. Porsche (Doktor Ingenieur honoris causa) estava preso por crimes de guerra, Ferry resolver criar seu proprio carro ja que nao gostava de nenhum modelo disponivel no mercado.
Mas isso eh Historia, ou são estorias. As minhas com Fuscas não são grande coisa. Sei que o Guidão teve um vermelho, seu primeiro carro, e depois um branco. Ou o contrario, nao importa. Bateu uma vez na subida do tobogã da Contorno, em BH, num acidente onde não teve culpa, diz o BO.
Pulamos para os anos 90. Eu tinha uma namorada cuja mãe, minha então sogra, tinha um Fuscão prateado daqueles feitos a mando do Itamar, não o Adolfo. Subia qualquer rua do Santo Antonio e São Pedro. Dirigi algumas vezes o besouro e sempre gostei da musica emanada pelo possante motorzão 1600.
Sempre que vejo um VW Käffer, o nome alemao do Fusca, pelas ruas do Mundo registro o momento. Abaixo alguns modelos interessantes encontrados pelo Mundo:
Pra saber mais sobre Fuscas no Brasil, clique aqui.
Ontem foi o Dia Nacional do Fusca. Data escolhida porque em 20 de janeiro de 1972 o Fusca bateu o recorde do Ford T e tornando-se o carro mais produzido da História.
O carrinho foi criado por Ferdinand Porsche a pedido do ditador nazista Adolfo, como muito bem descrito e contado pelo humorista-mor aqui. Mas ha controversias em sua estoria.
Antes da guerra a produção dos KDF (Kraft durch Freude Wagen ou "Força pela Alegria") começou sim ja que existem varias fotos espalhadas pela internet da fabrica bombardeada e varios KDFs mostrados dentro da fabrica, destruidos. O carro ja estava pronto, ja tinham os moldes e tudo mais e em varios videos pela internet pode-se ver os Tipo 1 saindo de dentro da fabrica, ou do que sobrou dela...
…”O carrinho de Hitler, no entanto, nunca chegou à linha de produção durante o regime nazista. No mesmo ano do Salão de Berlim, estourou a guerra. E todos sabemos o que aconteceu”…
Na foto do artigo "O carrinho do ditador" citado acima vemos claramente os KDFs em frente a pedra fundamental da fabrica, ou seja, antes da Segunda Guerra.
Alem disso, quem fundou a Porsche foi Ferdinand Porsche sendo responsavel pela fabricação do primeiro VW, mas seu filho Ferry Porsche foi o verdadeiro criador do primeiro modelo Porsche que depois viria a ser o famoso 356. Durante o periodo em que o Dr. Ing. h. c. F. Porsche (Doktor Ingenieur honoris causa) estava preso por crimes de guerra, Ferry resolver criar seu proprio carro ja que nao gostava de nenhum modelo disponivel no mercado.
Mas isso eh Historia, ou são estorias. As minhas com Fuscas não são grande coisa. Sei que o Guidão teve um vermelho, seu primeiro carro, e depois um branco. Ou o contrario, nao importa. Bateu uma vez na subida do tobogã da Contorno, em BH, num acidente onde não teve culpa, diz o BO.
Pulamos para os anos 90. Eu tinha uma namorada cuja mãe, minha então sogra, tinha um Fuscão prateado daqueles feitos a mando do Itamar, não o Adolfo. Subia qualquer rua do Santo Antonio e São Pedro. Dirigi algumas vezes o besouro e sempre gostei da musica emanada pelo possante motorzão 1600.
Sempre que vejo um VW Käffer, o nome alemao do Fusca, pelas ruas do Mundo registro o momento. Abaixo alguns modelos interessantes encontrados pelo Mundo:
Aug2010 na Av. Conde de Valbon, Lisboa - Portugal
Set2010 em frente ao Leme Othon, Cidade Maravilhosa - RJ
Dez2010, Santa Teresa, Belo Horizonte - MG
Dez2010, Humaitá, Cidade Maravilhosa - RJ
Dez2010, Rua Carangola, Santo Antonio, Belo Horizonte - MG
Pra saber mais sobre Fuscas no Brasil, clique aqui.
Friday, July 30, 2010
Traição Capitalista
Düsseldorf (guardando livros, dobrando roupas... a mudanca comecou)
O Governo alemao deu um jeito de fazer os fiéis admiradores dos Trabis, apelido carinhoso do Trabant, trair o Movimento.
A reportagem abaixo, que saiu no UOL só para assinantes (espero nao ser processado pela Espelho por torná-la pública), conta que o número desses carrinhos rodando pelas estradas e ruas alemas caiu mais de 95% em relacao a 1993.
Quem frequenta esse ßlog já sabe das imensas alegrias proporcionadas por Gerd a esse que vos bloga. Gerd é o Trabant nascido em Leipzig enviado ao Uruguay para férias tropicais. Agora é propriedade de um nababesco colecionador brasileiro e piloto de corridas mequetrefe. Deixou o carrinho mofando por lá, dizem que próximo a fronteira. Se deu ao trabalho de desligar a bateria e só. Um tapinha no capô e um "já volto" e nada mais. Já fazem sete meses...
Ficou por aqui um tempo suficiente pra viajar da antiga DDR pra Alemanha capitalista e sua avenida chic mic, como dizem os alemas, chamada Königs Alle. Em bom germânico, a Alameda dos Reis em Düsseldorf.
Sem falar na homenagem que fiz para comemorar os 20 anos da queda do muro de Berlin quando fui trabalhar com Gerd passeando pela Autobahn 52 que liga Düsseldorf a Essen, onde trabalho. Recebi saudacoes, buzinas, piscadas de farol, tchauzinhos e jóias pelo caminho que valeram o ano.
E ainda levei uma colega de trabalho alema, nascida e criada na Berlin Oriental, para um passeio na hora do almoco. Ela dizia que o som característico do motor e o cheiro da fumaca lhe trazia lembrancas imediatas da infância, quando passeava com seu pai pela Unten den Linden mirando o portao de Brandenburgo lá na frente em Berlin.
Preciso comprar meu Gerd logo. Antes que acabe.
ps. É inacreditável, mas olha o nome desse Doutor alemao.
O amado Trabant, uma marca registrada da comunista Alemanha Oriental, está desaparecendo rapidamente. O número desses automóveis que ainda chacoalham pelas estradas alemãs caiu de cerca de um milhão, logo após a reunificação da Alemanha, para os atuais 35 mil. O programa de governo para comprar carros velhos e retirá-los de circulação parece ter persuadido vários proprietários de Trabants a traírem a lealdade à marca.
Depois da queda do Muro de Berlim, duas décadas atrás, eles viraram moda. A impressão que se tinha era que todo mundo queria um Trabant, e que todos os que já possuíam um não queriam desfazer-se dele. O pequeno carro de plástico, com o seu motor fumacento de dois tempos, transformou-se em um objeto destacado de adoração para os entusiastas mais fanáticos de automóveis – e também para aqueles que sucumbiram à “Ostalgie”, uma espécie de nostalgia dúbia pela vida na comunista Alemanha Oriental, quando os “Trabis” se constituíam em uma fonte limitada de liberdade e as pessoas tinham que esperar dez anos pela entrega do carrinho.
Atualmente, porém, os Trabis estão rumando lentamente para a extinção, e o número desses veículos registrados na Alemanha diminui com rapidez.
Grande parte deste fenômeno, é claro, deve-se a um processo de seleção natural. Os veículos são feitos de Duroplast – uma mistura de pó de resina e algodão – e estão literalmente caindo aos pedaços. Alem disso, no entanto, muitos proprietários deixaram de lado a lealdade à marca no ano passado, quando o governo alemão ofereceu um bônus de 2.500 euros (R$ 5.744) por cada um destes veículos, com o objetivo de persuadir as pessoas a comprarem carros novos a fim de estimular a economia desaquecida.
Apenas 35 mil Trabis encontram-se ainda registrados no Departamento Federal alemão de Veículos Automotivos (KBA, na sigla em alemão), o que representa um decréscimo de mais de 95% em relação a 1993, o ano referente às estatísticas mais antigas do KBA.
“Naturalmente, os carros estão simplesmente velhos demais”, disse a “Spiegel Online” o porta-voz do KBA, Stephan Elsner. A fábrica na cidade de Zwickau, no leste da Alemanha, que fabricou o primeiro Trabi em 1957, produziu o último desses automóveis na sua linha de montagem em 1991, pouco após a reunificação do país.
“Atualmente isso é apenas um hobby”
“O número de Trabis na estrada está diminuindo constantemente”, disse a “Spiegel Online” Uwe Tautz, que restaura os velhos Trabants na sua oficina em Marzahn-Hellersdorf, um distrito na zona leste de Berlim. “Atualmente isso é apenas um hobby”.
Mesmo assim, quem fizer uma pesquisa informal, constatará que o número de pessoas que pretendem continuar com o carro não diminuiu. “A nossa base de clientes tem se mantido constante no decorrer dos anos”, afirmou a “Spiegel Online” Andreas Trull, um mecânico da Trabant Oasis, uma oficina na cidade de Hoppegarten, perto de Berlim. “O motivo pelo qual algumas pessoas não dirigem mais o veículo são as zonas ambientais de baixa emissão de poluentes que algumas cidades instituíram”.
Mas os carros continuam sendo uma característica das ruas da capital alemã, pelo menos na zona leste da cidade, e as autoridades berlinenses estão conscientes de que esses carros se constituem em uma atração turística. Em 2009, a prefeitura da cidade declarou que o Trabant havia se transformado em uma marca de renome internacional para a Alemanha Oriental e decidiu proteger essa espécie ameaçada de extinção, estabelecendo padrões mais flexíveis de emissões para os Trabis.
Os carros também rendem várias piadas sobre os veículos. A Trabi Safari, uma companhia que aluga Trabants por hora em Berlim, em Dresden e em Potsdam, obtém peças sobressalentes para os carros em uma fábrica na Hungria que ainda produz esses componentes. Ao todo, cerca de três milhões de Trabants foram produzidos, e muitos deles encontraram lares definitivos em vários países do bloco oriental.
“Muitos deles quebram”
A frota da Trabi Safari é atualmente composta de mais de 90 desses automóveis subcompactos, e quase todos eles estão registrados em Berlim. Isso representa mais ou menos 10% da quantidade total de Trabants da capital. “Nós obtemos os carros principalmente de proprietários particulares, e mesmo assim muitos deles quebram”, disse a “Spiegel Online” Michaela Drepte, uma assistente da companhia de locação de automóveis. No entanto, a empresa tem que acrescentar uma peça especial a todos os seus Trabants a fim de atender aos padrões de emissão estabelecidos pelas autoridades de Berlim.
Porém, apesar de serem cada vez mais raros, os Trabants ainda são relativamente baratos. Com apenas mil euros (US$ 1.300, R$ 2.290) é possível comprar um desses automóveis, segundo os anúncios publicados nos classificados online, os lugares mais fáceis para se encontrar um Trabant, segundo Tautz.
Entretanto, em breve poderá haver até alguns Trabants novos disponíveis. A IndiKar, uma fábrica de automóveis que fica perto de Zwickau, está querendo dar uma nova vida ao Trabant. No ano passado a companhia revelou planos no sentido de fabricar um carro elétrico no estilo do Trabant. A IndiKar acredita que o carro estará rodando nas estradas alemãs em 2012, e que custará cerca de 25 mil euros (US$ 32,5 mil, R$ 57 mil).
O Governo alemao deu um jeito de fazer os fiéis admiradores dos Trabis, apelido carinhoso do Trabant, trair o Movimento.
A reportagem abaixo, que saiu no UOL só para assinantes (espero nao ser processado pela Espelho por torná-la pública), conta que o número desses carrinhos rodando pelas estradas e ruas alemas caiu mais de 95% em relacao a 1993.
Quem frequenta esse ßlog já sabe das imensas alegrias proporcionadas por Gerd a esse que vos bloga. Gerd é o Trabant nascido em Leipzig enviado ao Uruguay para férias tropicais. Agora é propriedade de um nababesco colecionador brasileiro e piloto de corridas mequetrefe. Deixou o carrinho mofando por lá, dizem que próximo a fronteira. Se deu ao trabalho de desligar a bateria e só. Um tapinha no capô e um "já volto" e nada mais. Já fazem sete meses...
Ficou por aqui um tempo suficiente pra viajar da antiga DDR pra Alemanha capitalista e sua avenida chic mic, como dizem os alemas, chamada Königs Alle. Em bom germânico, a Alameda dos Reis em Düsseldorf.
Sem falar na homenagem que fiz para comemorar os 20 anos da queda do muro de Berlin quando fui trabalhar com Gerd passeando pela Autobahn 52 que liga Düsseldorf a Essen, onde trabalho. Recebi saudacoes, buzinas, piscadas de farol, tchauzinhos e jóias pelo caminho que valeram o ano.
E ainda levei uma colega de trabalho alema, nascida e criada na Berlin Oriental, para um passeio na hora do almoco. Ela dizia que o som característico do motor e o cheiro da fumaca lhe trazia lembrancas imediatas da infância, quando passeava com seu pai pela Unten den Linden mirando o portao de Brandenburgo lá na frente em Berlin.
Preciso comprar meu Gerd logo. Antes que acabe.
ps. É inacreditável, mas olha o nome desse Doutor alemao.
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Carreata de Trabants durante comemoração do 20º aniversário da queda do Muro de Berlim, em Sofia (Bulgária).
Depois da queda do Muro de Berlim, duas décadas atrás, eles viraram moda. A impressão que se tinha era que todo mundo queria um Trabant, e que todos os que já possuíam um não queriam desfazer-se dele. O pequeno carro de plástico, com o seu motor fumacento de dois tempos, transformou-se em um objeto destacado de adoração para os entusiastas mais fanáticos de automóveis – e também para aqueles que sucumbiram à “Ostalgie”, uma espécie de nostalgia dúbia pela vida na comunista Alemanha Oriental, quando os “Trabis” se constituíam em uma fonte limitada de liberdade e as pessoas tinham que esperar dez anos pela entrega do carrinho.
Atualmente, porém, os Trabis estão rumando lentamente para a extinção, e o número desses veículos registrados na Alemanha diminui com rapidez.
Grande parte deste fenômeno, é claro, deve-se a um processo de seleção natural. Os veículos são feitos de Duroplast – uma mistura de pó de resina e algodão – e estão literalmente caindo aos pedaços. Alem disso, no entanto, muitos proprietários deixaram de lado a lealdade à marca no ano passado, quando o governo alemão ofereceu um bônus de 2.500 euros (R$ 5.744) por cada um destes veículos, com o objetivo de persuadir as pessoas a comprarem carros novos a fim de estimular a economia desaquecida.
Apenas 35 mil Trabis encontram-se ainda registrados no Departamento Federal alemão de Veículos Automotivos (KBA, na sigla em alemão), o que representa um decréscimo de mais de 95% em relação a 1993, o ano referente às estatísticas mais antigas do KBA.
“Naturalmente, os carros estão simplesmente velhos demais”, disse a “Spiegel Online” o porta-voz do KBA, Stephan Elsner. A fábrica na cidade de Zwickau, no leste da Alemanha, que fabricou o primeiro Trabi em 1957, produziu o último desses automóveis na sua linha de montagem em 1991, pouco após a reunificação do país.
“Atualmente isso é apenas um hobby”
“O número de Trabis na estrada está diminuindo constantemente”, disse a “Spiegel Online” Uwe Tautz, que restaura os velhos Trabants na sua oficina em Marzahn-Hellersdorf, um distrito na zona leste de Berlim. “Atualmente isso é apenas um hobby”.
Mesmo assim, quem fizer uma pesquisa informal, constatará que o número de pessoas que pretendem continuar com o carro não diminuiu. “A nossa base de clientes tem se mantido constante no decorrer dos anos”, afirmou a “Spiegel Online” Andreas Trull, um mecânico da Trabant Oasis, uma oficina na cidade de Hoppegarten, perto de Berlim. “O motivo pelo qual algumas pessoas não dirigem mais o veículo são as zonas ambientais de baixa emissão de poluentes que algumas cidades instituíram”.
Mas os carros continuam sendo uma característica das ruas da capital alemã, pelo menos na zona leste da cidade, e as autoridades berlinenses estão conscientes de que esses carros se constituem em uma atração turística. Em 2009, a prefeitura da cidade declarou que o Trabant havia se transformado em uma marca de renome internacional para a Alemanha Oriental e decidiu proteger essa espécie ameaçada de extinção, estabelecendo padrões mais flexíveis de emissões para os Trabis.
Os carros também rendem várias piadas sobre os veículos. A Trabi Safari, uma companhia que aluga Trabants por hora em Berlim, em Dresden e em Potsdam, obtém peças sobressalentes para os carros em uma fábrica na Hungria que ainda produz esses componentes. Ao todo, cerca de três milhões de Trabants foram produzidos, e muitos deles encontraram lares definitivos em vários países do bloco oriental.
“Muitos deles quebram”
A frota da Trabi Safari é atualmente composta de mais de 90 desses automóveis subcompactos, e quase todos eles estão registrados em Berlim. Isso representa mais ou menos 10% da quantidade total de Trabants da capital. “Nós obtemos os carros principalmente de proprietários particulares, e mesmo assim muitos deles quebram”, disse a “Spiegel Online” Michaela Drepte, uma assistente da companhia de locação de automóveis. No entanto, a empresa tem que acrescentar uma peça especial a todos os seus Trabants a fim de atender aos padrões de emissão estabelecidos pelas autoridades de Berlim.
Porém, apesar de serem cada vez mais raros, os Trabants ainda são relativamente baratos. Com apenas mil euros (US$ 1.300, R$ 2.290) é possível comprar um desses automóveis, segundo os anúncios publicados nos classificados online, os lugares mais fáceis para se encontrar um Trabant, segundo Tautz.
Entretanto, em breve poderá haver até alguns Trabants novos disponíveis. A IndiKar, uma fábrica de automóveis que fica perto de Zwickau, está querendo dar uma nova vida ao Trabant. No ano passado a companhia revelou planos no sentido de fabricar um carro elétrico no estilo do Trabant. A IndiKar acredita que o carro estará rodando nas estradas alemãs em 2012, e que custará cerca de 25 mil euros (US$ 32,5 mil, R$ 57 mil).
Friday, April 18, 2008
Dentro de uma BMW M3
Düsseldorf (domingo tem churrasco)
Esse comercial da BMW é fantástico. Aparentemente, os "efeitos especiais" parecem interessantes. Nada disso. Nao tem efeitos nessa peca.
A produtora do video recebeu tres motores de BMW M3 e que durante duas semanas foram desmontados e analisados buscando achar os melhores ângulos, melhor iluminação, etc.
Depois de tudo preparado, as filmagens gastaram outros quatro dias com super câmeras captando10.000 frames por segundo e a imagem é reproduzida em super slow motion. O resultado é fantástico.
Obra prima.
Esse comercial da BMW é fantástico. Aparentemente, os "efeitos especiais" parecem interessantes. Nada disso. Nao tem efeitos nessa peca.
A produtora do video recebeu tres motores de BMW M3 e que durante duas semanas foram desmontados e analisados buscando achar os melhores ângulos, melhor iluminação, etc.
Depois de tudo preparado, as filmagens gastaram outros quatro dias com super câmeras captando10.000 frames por segundo e a imagem é reproduzida em super slow motion. O resultado é fantástico.
Obra prima.
Tuesday, March 04, 2008
Porsche compra VW
Düsseldorf (jetzt: schneeregen, 2° C = agora, chuva de granizo, ou granito diriam alguns incautos)


A Porsche agora tem o controle acionário da VW que comprou a Scania e que já era dona da Audi, Lamborghini, Bentley, Bugatti, Skoda e Seat. Nada mal. Sao 9 marcas no bolso e uma gama completa de veículos, desde pequenos e urbanos até superesportivos e caminhoes.
Aqui Porsche é igual Marea no Brasil. Todo dia vejo no mínimo uns 10 a 20 nas ruas. O Cayman novo é maravilhoso. Tem um branco com rodas negras que de vez em quando fica parado na esquina de casa que é show. Na verdade, um Porsche nada mais é do que um Fusca com aerodinâmica melhorada e motor mais potente. Ferdinand criou o besouro primeiro e depois lancou a baratinha. Aliás, a empresa se chama Dr Ing. h.c. F. Porsche AG. F de Ferdinand.
VW é Fusca e Kombi. O resto é detalhe. O tal Beetle nao me agrada. Coisa pra americano. Milhoes de pessoas choraram o fim da fabricacao do Fusca na fábrica do México em 2005, se nao me falha a memória. Depois falo mais deles.
Scania pra mim sao aquelas antigas, vermelhas e desbotadas que ainda se vê pelas estradas do Brasil. Devem ter uns 500 mil KM e rodado país inteiro umas 20 vezes. E quando a gente passava de carro e buzinava, escutava um urro de locomotiva como resposta.
Audi é a antiga Auto Union com as quatro argolas. Elas representam a Audi, DKW, Horch e Wanderer, marcas tradicionalíssimas na Alemanha. O Waltinho da Volta de Paris é um IFA que nada mais é do que um DKW da antiga DDR, a Alemanha Oriental. Depois da II Guerra, as fábricas que ficaram do lado socialista foram reativadas com outros nomes. Alem da IFA, que fabricou o famoso Trabant (vulgo Trabi) tem a NSU que fabricava motos também, assim como a DKW.
Lamborghini é a Countach, aquela futurista das cartas do jogo Super Trunfo. Quem nunca jogou?! Coincidência ou nao, o carro entrou em producao no ano de 1974 quando eu nasci. Hoje em dia temos os Murciélagos e Gallardos, mas preferia os Diablos que eram mais potentes e robustos.
Bentley vem a ser o carro de luxo da ilha das corridas, UK, Great Britain, Inglaterra, whatever! Acho os carros de hoje em dia muito iguais e feios, com excecao ao projetado pelo designer brasileiro Raul Pires, o Bentley Continental. Custa baratinho...
Bugatti é associada aos superesportivos imediatamente. Lembro-me das primeiras fotos do EB, uma versao protótipo do atual Veyron de 1001 CV, uma tropa de elite. Já vi um no shopping da VW em Berlin na Unten den Linden esquina com Friederichstraße. Esquina mais famosa e cheia de História na Alemanha, impossível. O carro ainda está lá e logo ao lado ficava o Bentley EXP Speed 8 que ganhou as 24H Le Mans de 2003. Depois só deu Audi. Sao maravilhosos, mas extraterrestres.
Skoda é carro com nome de mulher. Comprei uma Fábia. Amanha saio de Octavia e por aí vai. Eram fabricados na antiga Tchecoslováquia, hoje República Tcheca e Eslováquia, das capitais Praga e Bratislava. Os antigos sao charmosos e já vi alguns à venda no ebay.de. Quem sabe um dia!
Seat dominou a abertura do WTCC em Curitiba nesse final de semana. Gabrielli Tarquini, sósia do Mr. Magoo sem óculos, ganhou a segunda corrida. Mas Seat é Espanha, Madrid, Barcelona, Marbella, Sevilla, jamon ibérico, cidra, el Rastro, Atocha, Goya, Picasso, Dalí, touradas, Real e Barca e tantas outras coisas boas. Nao pode ser ignorada. E os carrinhos de hoje em dia sao bonitos até. Esse que o Tarquini pilota é um que me agrada.
E pensar que alem dessas marcas todas, cheias de estórias e História, a Alemanha ainda tem BMW e Mercedes... mas aí já é outro post.


A Porsche agora tem o controle acionário da VW que comprou a Scania e que já era dona da Audi, Lamborghini, Bentley, Bugatti, Skoda e Seat. Nada mal. Sao 9 marcas no bolso e uma gama completa de veículos, desde pequenos e urbanos até superesportivos e caminhoes.
Aqui Porsche é igual Marea no Brasil. Todo dia vejo no mínimo uns 10 a 20 nas ruas. O Cayman novo é maravilhoso. Tem um branco com rodas negras que de vez em quando fica parado na esquina de casa que é show. Na verdade, um Porsche nada mais é do que um Fusca com aerodinâmica melhorada e motor mais potente. Ferdinand criou o besouro primeiro e depois lancou a baratinha. Aliás, a empresa se chama Dr Ing. h.c. F. Porsche AG. F de Ferdinand.
VW é Fusca e Kombi. O resto é detalhe. O tal Beetle nao me agrada. Coisa pra americano. Milhoes de pessoas choraram o fim da fabricacao do Fusca na fábrica do México em 2005, se nao me falha a memória. Depois falo mais deles.
Scania pra mim sao aquelas antigas, vermelhas e desbotadas que ainda se vê pelas estradas do Brasil. Devem ter uns 500 mil KM e rodado país inteiro umas 20 vezes. E quando a gente passava de carro e buzinava, escutava um urro de locomotiva como resposta.
Audi é a antiga Auto Union com as quatro argolas. Elas representam a Audi, DKW, Horch e Wanderer, marcas tradicionalíssimas na Alemanha. O Waltinho da Volta de Paris é um IFA que nada mais é do que um DKW da antiga DDR, a Alemanha Oriental. Depois da II Guerra, as fábricas que ficaram do lado socialista foram reativadas com outros nomes. Alem da IFA, que fabricou o famoso Trabant (vulgo Trabi) tem a NSU que fabricava motos também, assim como a DKW.
Lamborghini é a Countach, aquela futurista das cartas do jogo Super Trunfo. Quem nunca jogou?! Coincidência ou nao, o carro entrou em producao no ano de 1974 quando eu nasci. Hoje em dia temos os Murciélagos e Gallardos, mas preferia os Diablos que eram mais potentes e robustos.
Bentley vem a ser o carro de luxo da ilha das corridas, UK, Great Britain, Inglaterra, whatever! Acho os carros de hoje em dia muito iguais e feios, com excecao ao projetado pelo designer brasileiro Raul Pires, o Bentley Continental. Custa baratinho...
Bugatti é associada aos superesportivos imediatamente. Lembro-me das primeiras fotos do EB, uma versao protótipo do atual Veyron de 1001 CV, uma tropa de elite. Já vi um no shopping da VW em Berlin na Unten den Linden esquina com Friederichstraße. Esquina mais famosa e cheia de História na Alemanha, impossível. O carro ainda está lá e logo ao lado ficava o Bentley EXP Speed 8 que ganhou as 24H Le Mans de 2003. Depois só deu Audi. Sao maravilhosos, mas extraterrestres.
Skoda é carro com nome de mulher. Comprei uma Fábia. Amanha saio de Octavia e por aí vai. Eram fabricados na antiga Tchecoslováquia, hoje República Tcheca e Eslováquia, das capitais Praga e Bratislava. Os antigos sao charmosos e já vi alguns à venda no ebay.de. Quem sabe um dia!
Seat dominou a abertura do WTCC em Curitiba nesse final de semana. Gabrielli Tarquini, sósia do Mr. Magoo sem óculos, ganhou a segunda corrida. Mas Seat é Espanha, Madrid, Barcelona, Marbella, Sevilla, jamon ibérico, cidra, el Rastro, Atocha, Goya, Picasso, Dalí, touradas, Real e Barca e tantas outras coisas boas. Nao pode ser ignorada. E os carrinhos de hoje em dia sao bonitos até. Esse que o Tarquini pilota é um que me agrada.
E pensar que alem dessas marcas todas, cheias de estórias e História, a Alemanha ainda tem BMW e Mercedes... mas aí já é outro post.
Friday, February 22, 2008
Bela Alfa
Düsseldorf (quero uma!!!)


Maravilhosa a Alfa 8C Competizione, lancada recentemente. No Best Cars tá cheio de informacoes e mais fotos aqui no site da própria Alfa (em Press Archive clique em Show gallery, marque a 8C Competizione e clique em Show selected gallery).
Meu tio teve uma Alfa, daquelas fabricadas no Brasil nos anos 80. Era carro de rico, imponente, resistente e andava muito.
Mandei email perguntando se poderia fazer um test drive e que estava interessado em comprar uma. A resposta educada disse que já venderam todas, mas que fabricarao a versao Spyder em breve. Nao disse o preco, mas dirigir la macchina nao é possível.


Maravilhosa a Alfa 8C Competizione, lancada recentemente. No Best Cars tá cheio de informacoes e mais fotos aqui no site da própria Alfa (em Press Archive clique em Show gallery, marque a 8C Competizione e clique em Show selected gallery).
Meu tio teve uma Alfa, daquelas fabricadas no Brasil nos anos 80. Era carro de rico, imponente, resistente e andava muito.
Mandei email perguntando se poderia fazer um test drive e que estava interessado em comprar uma. A resposta educada disse que já venderam todas, mas que fabricarao a versao Spyder em breve. Nao disse o preco, mas dirigir la macchina nao é possível.
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